sábado, 8 de janeiro de 2011

Segundo Capitulo




Abandonando a porta pude ver alguns familiares pulando gritando parabéns. Meu aniverssário era um dia tanto normal para mim, comprimentei todos os parentes como pede a norma e após o corte do bolo, fiz questão de ir para meu quarto descançar. Pude ver minha cama com presentes espalhados e então me joguei no espaço vazio. Fechei meus olhos para relaxar e senti em segundos um peso enorme em minhas costas.

Quando consegui sair de baixo do peso, pude ver minha melhor amiga de infância. Ela era meio irritante mas gostava da compania de Summer, é nossas mãe combinaram acho. Summer era extremamente alegre, extrovertida, brilhava como o sol, seu olho era mel e o cabelos doravam na luz. Uma pena que não eramos da mesma escola, ela traria um pouco de alegria nos meus dias.

S - parabénssssssssssssssssssssss minhaa fofoleteeeeeeeeeeeeeeeee!
W - táaa Summer, me largaaa vai!
S - nossa que mau humor! E ai vamos dar uma volta! tenho uma coisa pra te mostrar, alémmmmmm disso adivinha????
W - fala logoooo!
S - vou pro seu colégiooo!
W - aiiii uma boa noticiaa finalmente! fiquei até de bom humor! vamos!

Saimos de fininho e fomos correndo até a floresta.

W - o que você vai me mostrar?
S - Calma você vai ver!

Andamos durante mais um tempo, e finalmente pude ver uma fumaça morna e gostosa saindo de um termina imensa natural.

W - nossa que incrível, como ninguém nunca viu isso?
S - também não sei é maravilhoso né?
W - uhum, vamos entrar!
S - espera, olha aquilo!
W - calma não corre é só um lobinho.
S - sim mas onde tem filhote tem adulto winterr!
W - acho que ele tá machucado summer, vamos levar no veterinário.
S - então rápido.

Me aproximei do pequeno lobo e por incrivel que fosse, ele mal se mexeu. Voltamos mais rápido e pude escutar uivos bem baixos. Me arrepiei com isso. Peguei o carro da minha mãe "emprestado" (não cheguei a pedir). O veterinário colocou uma tala na pata do lobinho e disse que em um mês ele estaria bom! Um mês? o que eu faria com ele um mês???

- Então Winter, vai cuidar??
- vou ne! esse baby precisa de mim. vamos!

Deixei summer em casa e quando cheguei na minha todos ja tinham ido. Fiz uma cama para o lobinho e fiquei pensando que nome daria pra ele. Eraa tão branquinho, acho que snow pra combinar comigo! Fui na cozinha comi e preparei uma carne pra snow, ele se deliciava! Lindo fiquei maravilhada. Fui dormir, mais leve feliz, sentindo que algo estava mudando.

Durante a noite sonhei perdidamente com o garoto misterioso do colégio. Quem seria ele.

Acordei com uma sensação boa e fui novamente alimentar Snow, brinquei um pouco com pequeno mas tive que ir pro colégio.

Pelo caminho recebi uma bola de neve em minhas costas, virei já devolvendo com outra! Era klaus, como disse lindoo. Veio até mim, me abraçou.

- E ai tá de bom humor hije hein?
- ah estouu, minha melhor amiga ta indo pro colégio.
- sério é bonita?
- é simm muitoo, parece com você!
- ah então você me acha bonito?
- ah assim não faz muito meu estilo não mas você não é feio! e riiii meio sem graça.

Continuamos andando até nossas salas, quando me sentei vi aquele homem que tropessou em mim entrando na sala. Bem ele sim faz todo meu tipo. Estava meio distraida com tamanha beleza e não percebi quando ele escolheu a cadeira atras de mim para sentar. Quando percebi fiquei estatica, com a respiração forte, meu coração disparou. O que estava acontecendo comigo, nunca tinha sentido aquilo. Minha mão suava, até que meu coração parou por um segundo quando ele falou comigo.

- tá tudo bem? você tá meio ofegante.
- tá tá é que eu tenho um pouco te asma. Virei morrendo de vergonha dele ter percebido meu nervosismo.

O dia passou normalmente e no intervalo pude me juntar com summer e klaus. A summer estava encantada com o colégio, dizia que a turma dela era super legal mas que no outro semestre iriamos pegar as materias juntas. Esse pequeno intervalo passou muito devagar, parecia que o tempo não queria que eu encontrasse com o misterioso. Afinal qaul era o nome dele.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Primeiro.

Interessante como a roda da vida girou radicalmente comigo.

Recebi o nome de Winter, por ter nascido em uma bela noite de inverno. Engraçado que este nome encaixou tão bem a medida que eu cresci. Minha pele lembra a neve, meus olhos são acinzentados como o céu triste do inverno. E meu cebelo, de certa forma é o único a me esquentar, castanhos, longos e pouco ondulado ao final. Minha vida era repleta de vazio, pessoas que se baseiam em posses, reputações formadas por coisas banais. Bem, eu fazia parte desta sociedade, e por isso cresci de uma maneira fria e tímida, tentando ao máximo me privar de compania que sugassem minha vitalidade contando fofocas ou maltratando outros. Todos os dias ia para o colégio, pensando no quanto seria insuportável mais um intervalo. com as mesmas pessoas extravagantes e tagarelas. Então foi em um dia, por acaso no inverno que minha vida começou a mudar.


Nevava horrores e fiquei presa no colegio, não só eu mas todos. Ou seja o inferno. Um bando de animais, conversando aos gritos, como se não soubessem falar baixo. Então me sentei no penúltimo degrau da escada e encostei na parede, para fugir daquela multidão. Quando me dei conta um rapaz passava por mim e sem querer tropeçou em minha sapatilha prata. Olhei -o imediatamente e encontrei olhos lindos um verde e outro cinza. Ele me pediu desculpas e então foi-se embora se perdendo na multidão. Ao ver este homem minha vida tomou um novo rumo, queria conhece-lo e descobri -lo. Logo a tempestade se acalmava e então eramos liberados do colégio.

Ao passar pela porta senti uma mão me puxando e logo vi Klaus. Era um anjo loiro de olhos mel, lindo de tão cobiçado e diria um dos poucos que poderiam ser salvo naquele colegio. Ouvi sua voz dirigindo-se a mim - Winter, posso te acompanhar até em casa? - depende, você é sabe ficar quieto? - prometo que farei o máximo para não te entediar. - então sem problemas. Voltamos para casa conversando pouco, estava realmente sem saco, por mais que Klaus fosse uma graça não conseguia ser simpática. Agradesci por me acompanhar e dei-lhe minha mão para apertar. Num subto momento ele simplesmente me beijou no rosto e foi embora. Fiquei meio chocada mas nada que me abalasse. Olhei mais um vez para fora e tive a pequena impressao de ver algo perto das árvores. Não dei muita atençao e fui me recolher em casa.